Com a caneta ganha,
E com o coração criado.
Começo a colocar o meu sentimento,
Em um desabafo monologo.
Todo o amor recebido,
Continua em mim.
Aqui dentro ele enlouquece,
No misto da minha euforia.
Nesta madrugada perdida,
que hoje me isolo, pedindo somente a companhia
de uns cigarro(FREE Original),
E de uma taça de sua bebida preferida (Curaçau Blue).
Proclamo a minha dor por gritos internos,
Que estremecem todo quarteirão
Em um imenso eco de vento,
Soprano em FÁ sustenido.
Meu coração finge doer,
E doe com dor de morte.
Morte que ressuscitara com
Um simples telefonema.
O toque do telefone não para.
Mais infelizmente eu sei que é somente
Coisa desta cabeça desajustada.
Você me adverte de coisas que
Que renuncio ter dito.
Mais sei que provavelmente foram soltas,
Dos meus lábios em um momento imperecível.
Estou aqui depois do seu drink
Desabafando com a celulose
E uma caneta tão escura
Quanto os meus olhos embaçados nesta noite.
As desculpas por mim já foram proferidas.
Só me resta a dor, a dor de
Palavras inconscientemente jogadas no vento
E sobre você por meus lábios.
O SOLTEIRO surgiu e logo após se camuflou.
Só que me dói saber que a camuflagem,
Pode acabar e o SOLTEIRO, ficar exposto para todos,
Inclusive aos abutres que lhe sondam e me assombram.
A esperança que vive em meu coração (caso haja um)
É que o seu tempo não demore tanto
Quanto o tempo segundário que
Atrasa-se no meu aparelho celular.
Quando você decidir voltar,
Caso não haja resíduos de outrem. (Cair de lágrima)
Eu, forte pessoa estarei aqui de braços abertos,
Coração e olfato prontos para te receber e corrigir os meus erros.
Saudade, eu te amo.
